Enquanto Parauapebas enfrenta crateras e ruas destruídas, a maioria dos vereadores se recusa a cumprir seu papel de fiscalizar o Executivo. O requerimento para instalar a CPI da Infraestrutura, que investigaria o destino de mais de R$ 174 milhões em obras e manutenção de vias, tem apenas cinco assinaturas — falta uma para avançar.
Dos 17 parlamentares, 12 rejeitaram apoiar a investigação, entre eles Michel Carteiro (PV), Léo Márcio (Solidariedade), Graciele Brito (União Brasil) e outros nomes que já atuaram como escudos de gestões anteriores.
Enquanto a população paga salários, viagens e benefícios, contratos milionários — muitos por dispensa de licitação — seguem sendo direcionados para empresas de fora. O asfalto desaparece, os buracos aumentam e respostas não existem.
Uma única assinatura poderia mudar o jogo. A omissão da maioria reforça a percepção de que, para muitos, o mandato serve mais para proteger interesses do que para servir ao povo.
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