Enquanto o discurso oficial é de aperto e falta de dinheiro, a Prefeitura de Parauapebas registra uma ata de registro de preços que prevê R$ 1.747.336,00 apenas para fornecimento de água mineral às secretarias.
Mais de R$ 1,28 milhão está concentrado em copinhos descartáveis de 200ml — transformando o item em protagonista de um contrato milionário.
Os números chamam atenção:
Galão reutilizável: R$ 8,00
Galão completo: R$ 30,00
Copinho descartável: engolindo milhões silenciosamente
A dúvida é inevitável: vai se consumir tudo isso mesmo? Ou estamos diante de mais um contrato inflado, onde o dinheiro escorre igual água?
No papel, a justificativa é abastecer secretarias. Na prática, o histórico mostra que quando o volume é alto demais, a conta não fecha.
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