A vereadora Maquivalda Barros (PDT) trouxe à tona uma grave denúncia envolvendo a Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SEMEL). Segundo a parlamentar, a psicóloga Andressa Thayna Santos Pinheiro teria sido nomeada em janeiro de 2026 e estaria recebendo um salário de R$ 9.229,75 sem nunca ter sido vista no local de trabalho. Até o momento, o valor acumulado ultrapassa R$ 50 mil pagos pelos cofres públicos.
Durante fiscalização, Maquivalda afirmou:
“Ninguém nunca viu, ninguém sabe quem é. Desde janeiro ela recebe esse valor, mas a produtividade dela aqui é zero.”
A nomeação, segundo a denúncia, teria sido fruto da indicação de um vereador aliado ao governo, caracterizando um “mimo político” dentro da gestão.
📉 Contradições na Administração
O caso ganha ainda mais repercussão porque ocorre em meio a críticas ao prefeito Aurélio Goiano, acusado de demitir profissionais de áreas essenciais, como os das Unidades Básicas de Saúde (UBSs), especialmente voltados ao atendimento de mães atípicas, enquanto mantém supostos “cabides de emprego” fantasmas.
⚠️ Reincidência
Essa não seria a primeira contratação irregular identificada. Em outra fiscalização, foi apontada a servidora Mirian Teixeira de Abreu, lotada como “assessora N°1” no gabinete do prefeito, recebendo R$ 16.000,00 mensais desde janeiro de 2025. O montante já chega a cerca de R$ 240 mil pagos sem comprovação de atividades efetivas.
Esse tipo de denúncia reforça o debate sobre transparência na gestão pública e o uso responsável dos recursos municipais. Casos como esse podem gerar investigações mais profundas e cobranças da sociedade civil por maior fiscalização.
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