A educação nas aldeias do povo Xikrin do Kateté enfrenta uma grave crise após a demissão em massa de professores, auxiliares e outros profissionais essenciais para o funcionamento das escolas.
Segundo os caciques, os desligamentos já provocaram a paralisação de aulas em diversas aldeias, comprometendo o calendário letivo e o direito à educação de crianças e jovens indígenas. As lideranças denunciam que as medidas foram tomadas sem consulta prévia às comunidades e sem diálogo com representantes tradicionais.
O caso foi levado ao Ministério Público Estadual, ao Ministério Público Federal e poderá chegar ao Tribunal de Contas dos Municípios (TCM-PA). Os caciques exigem a imediata revisão das demissões e afirmam que não aceitam “escolas apenas no papel”.
Enquanto aguardam respostas da Prefeitura e da SEMED, as comunidades prometem intensificar a mobilização para garantir a continuidade da educação indígena nas aldeias Xikrin do Kateté.
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