A gestão do prefeito Aurélio Goiano, autodenominado “Doido”, mergulhou em mais uma crise política e jurídica. A Promotoria de Justiça de Parauapebas instaurou inquérito civil para investigar o pagamento de R$ 1,5 milhão por uma ponte que nunca saiu do papel, em contrato firmado com o consórcio RN-P Alta.
O caso, denunciado pela vereadora Maquivalda Barros, envolve a chamada “ponte fantasma” sobre o Rio Pulgas, na vicinal Alto Bonito. Apesar de o contrato original prever custo de R$ 1,19 milhão, a atual gestão desembolsou R$ 300 mil a mais por uma obra inexistente.
Investigação e repercussão
O Ministério Público apura indícios de dano ao erário e violação aos princípios da Administração Pública. O contrato, assinado em dezembro de 2023 na gestão de Darci Lermen, previa oito pontes na zona rural, mas acabou sendo usado pela atual administração para pagamentos sem execução física.
O escândalo ganhou repercussão dentro e fora do Pará, consolidando a gestão de Aurélio Goiano como uma das mais controversas da Capital do Minério. Com o cerco de órgãos como o TCM e o Ministério Público, o episódio promete desdobramentos judiciais e políticos duradouros.
FONTE: Portal Noticias Parauapebas
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