Regiões como Cidade Jardim, Parque dos Carajás e Vale dos Carajás seguem entre as mais afetadas, com moradores denunciando longos períodos sem abastecimento regular. Nas redes sociais, a insatisfação cresce, com queixas diárias sobre torneiras secas e a dificuldade de acesso a um serviço básico.
A responsabilidade pelo sistema urbano passou para a concessionária Águas do Pará, após processo conduzido em nível estadual, com promessa de investimentos e melhorias estruturais. No entanto, parte da população questiona os resultados práticos até aqui, diante da continuidade — e, segundo relatos, agravamento — dos problemas.
Outro ponto de crítica é a postura do prefeito Aurélio Goiano. No início da concessão, ele chegou a afirmar que o município iria fiscalizar e cobrar respostas da empresa responsável. Porém, passados meses desde o início da operação, moradores cobram um posicionamento mais efetivo diante da crise.
Sem cronograma claro para normalização do serviço, cresce a sensação de incerteza e a cobrança por soluções concretas — tanto da concessionária quanto do poder público municipal. Enquanto isso, a população segue recorrendo a alternativas improvisadas para garantir o mínimo de água em casa.
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